(Source: wakapict)
Vagabundo se cê apontou atira, porque senão o jogo vira. Rashid
(Source: demoropodepa)
(Source: cher-la-vie)
É assim, sua mão na minha mão, numa conexão que não tem explicação… Rael da Rima
(Source: umadosede-felicidade)
(Source: marquinhoosmark)
Viver pra ser melhor também é jeito de levar a vida. CBJR
(Source: jornascimentto)
“Dar é dar. Fazer amor é lindo, é sublime, é encantador, é esplêndido. Mas dar é bom pra cacete. Dar é aquela coisa que alguém te puxa os cabelos da nuca, te chama de nomes que eu não escreveria. Não te vira com delicadeza, não sente vergonha de ritmos animais. Dar é bom. Melhor do que dar, só dar por dar. Dar sem querer casar, sem querer apresentar pra mãe, sem querer dar o primeiro abraço no Ano Novo. Dar porque o cara te esquenta a coluna vertebral, te amolece o gingado, te molha o instinto. Dar porque a vida é estressante e dar relaxa. Dar porque se você não der para ele hoje, vai dar amanhã, ou depois de amanhã. Tem pessoas que você vai acabar dando, não tem jeito. Dar sem esperar ouvir promessas, sem esperar ouvir carinhos, sem esperar ouvir futuro. Dar é bom, na hora. Durante um mês. Para os mais desavisados, talvez anos. Mas dar é dar demais e ficar vazio. Dar é não ganhar. É não ganhar um eu te amo baixinho perdido no meio do escuro. É não ganhar uma mão no ombro quando o caos da cidade parece querer te abduzir. É não ter alguém pra querer casar, para apresentar pra mãe, pra dar o primeiro abraço de Ano Novo e pra falar: “Que que cê acha amor?”. É não ter companhia garantida para viajar. É não ter para quem ligar quando recebe uma boa notícia. Dar é não querer dormir encaixadinho. É não ter alguém para ouvir seus dengos. Mas dar é inevitável, dê mesmo, dê sempre, dê muito. Mas dê mais ainda, muito mais do que qualquer coisa, uma chance ao amor. Esse sim é o maior tesão. Esse sim relaxa, cura o mau humor, ameniza todas as crises e faz você flutuar.”
— Tati Bernardi. (via amor-apenas)
(Source: que-ce-soit)
“Nasce boneca, rostinho de porcelana, corpinho de pano. Da boneca, o pano vai se desgastando, rasgando, a porcelana racha, quebra a cara. Tenta se esconder achando que fuga é proteção, e de repente: Cadê a boneca que tava aqui? Fica sem graça ao perceber que não perde a graça trocando porcelana e pano por carne e osso, e aí já é tarde demais. Virou gente, e então fica tudo mais complexo, as coisas saem de controle. Aí diz uma coisa, repete, diz uma coisa, e nós aqui, vendo outra coisa. Contradição. Confusão. Como cantou Cazuza: Tuas ideias não correspondem aos fatos! E essa confusão grita aos olhos do público. Quem é você? Você sabe? O que você deseja? O que você faria se pudesse escolher, você sabe?”
— Pedro Bial. (via v-o-r-a-g-e-m)
(Source: a-q-u-a-r-e-l-a)
“Ei, não me deixe não, olhe só pra mim: só tenho pose de mulher decidida, porque eu sou carente demais, amor, preciso de você aqui comigo hoje e amanhã, pra sempre se puder. Vem cá, me abraça forte e diz que me ama, me conforta, me dê colo e um beijo no olho, vem, fica, me faz dormir, acaricia meus cabelos e me nina, me faz sua menina.”
— Kellen Ribeiro em ‘Vambora’. (via v-o-r-a-g-e-m)